PODRIDÕES
Nenhuma água lava
o lençól da corrupção.
Enquanto isso,
num lugar, logo alí,
a podridão evolui.
Morrem os rios, as árvores
e os peixes.
Tudo se trans/porta
se trans/forma
em chamas.
A consciência dos homens,
constrói camadas de lama
no além das nuvens
sugando estrelas.
(Raimundo Lonato)
A iniciativa pretende a maior divulgação de poemas e poesias, que circulam na Internet. Somente serão postados poemas e poesias com a identificação do autor ou autora, se você encontrar um poema ou poesia sua nesse blog e quiser divulgar sua biografia, contato e foto enviem e-mail para www.hernandez.aparecidodonizetti@gmail.com
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Nunca é tarde
Nunca é tarde
Nunca é tarde
para regar as flores
quando o amor,
é um canção.
Nunca é tarde
banhar-se ao sol,
sonhar o céu,
beber estrelas.
Nunca é tarde
para doar poesia
à humanidade sem luz.
(Raimundo Lonato,17.11.2008)
Nunca é tarde
para regar as flores
quando o amor,
é um canção.
Nunca é tarde
banhar-se ao sol,
sonhar o céu,
beber estrelas.
Nunca é tarde
para doar poesia
à humanidade sem luz.
(Raimundo Lonato,17.11.2008)
Nos braços da saudade
NOS BRAÇOS DA SAUDADE
Josefa Alteff
Amanheci nos braços da saudade!
Vi o amanhã orvalhado de saudades.
A flor, de saudades, o meu jardim molhou.
O sol melancólico não apareceu,
E você...
Você de mim se esqueceu!
A rua deserta
Era o retrato da saudade.
Só o bem-te-vi tristonho me entendia.
O coração apertado, meio sem jeito,
Sufocado no meu peito
Numa extrema agonia!
No muro desbotado,
A frase em letras garrafais,
Restos de ti,
Oh! Saudade!
Como viver,
Só com o canto dos pardais?
É uma saudade cortante,
Danada,
Saudade marcante...
Como amar?
Se você é minha saudade.
Aquela música no bandolim,
Tão desafinada,
Fria,
Apagada,
É o choro da saudade.
Hoje,
Senti saudades de mim!!!
Josefa Alteff
Amanheci nos braços da saudade!
Vi o amanhã orvalhado de saudades.
A flor, de saudades, o meu jardim molhou.
O sol melancólico não apareceu,
E você...
Você de mim se esqueceu!
A rua deserta
Era o retrato da saudade.
Só o bem-te-vi tristonho me entendia.
O coração apertado, meio sem jeito,
Sufocado no meu peito
Numa extrema agonia!
No muro desbotado,
A frase em letras garrafais,
Restos de ti,
Oh! Saudade!
Como viver,
Só com o canto dos pardais?
É uma saudade cortante,
Danada,
Saudade marcante...
Como amar?
Se você é minha saudade.
Aquela música no bandolim,
Tão desafinada,
Fria,
Apagada,
É o choro da saudade.
Hoje,
Senti saudades de mim!!!
domingo, 16 de novembro de 2008
Nunca é tarde
Nunca é Tarde
(Autoria: Edméa Barsotti)
Nunca é tarde para recomeçar a vida
Nunca é tarde para acreditar na possibilidade de mudança
Nunca é tarde para começar a exercitar o bem
Nunca é tarde para conscientizar-se
Nunca é tarde para aprender
Nunca é tarde para lembrar
Nunca é tarde para amar
Nunca é tarde para lutar pela felicidade
Nunca é tarde para abandonarmos os nossos preconceitos
Nunca diga Nunca
Porque o Nunca pode ser tarde demais.
(Autoria: Edméa Barsotti)
Nunca é tarde para recomeçar a vida
Nunca é tarde para acreditar na possibilidade de mudança
Nunca é tarde para começar a exercitar o bem
Nunca é tarde para conscientizar-se
Nunca é tarde para aprender
Nunca é tarde para lembrar
Nunca é tarde para amar
Nunca é tarde para lutar pela felicidade
Nunca é tarde para abandonarmos os nossos preconceitos
Nunca diga Nunca
Porque o Nunca pode ser tarde demais.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
O Fio da Navalha
O FIO DA NAVALHA
Josefa Alteff
Quero falar
da saudade
que dilacera o peito,
machuca o coração.
Feito navalha,
rasga o véu do tempo,
sangra-me a alma.
São queixumes
de solidão,
tristeza.
São queixumes de dor.
Ah! Vida!
Pregaste-me uma peça!
Choro a ausência.
Procuro no nada
o tudo que perdi.
São galhos que se quebraram
Por causa do meu sofrer.
Ah! Se eu pudesse,
cortaria o espaço,
como a ave que o ninho perdeu,
ao encontro do que não vejo
mas sinto.
Num vôo veloz
atravessaria rios,
montes
e mares.
Para o infinito iria.
Josefa Alteff
Quero falar
da saudade
que dilacera o peito,
machuca o coração.
Feito navalha,
rasga o véu do tempo,
sangra-me a alma.
São queixumes
de solidão,
tristeza.
São queixumes de dor.
Ah! Vida!
Pregaste-me uma peça!
Choro a ausência.
Procuro no nada
o tudo que perdi.
São galhos que se quebraram
Por causa do meu sofrer.
Ah! Se eu pudesse,
cortaria o espaço,
como a ave que o ninho perdeu,
ao encontro do que não vejo
mas sinto.
Num vôo veloz
atravessaria rios,
montes
e mares.
Para o infinito iria.
Se não tivesse amor.
SE NÃO TIVESSE TEU AMOR.
Se eu não tivesse o teu amor
não sei o que de minha vida seria
pois és para mim, do sol, o calor
e sem ti o sol não existiria.
Se eu não tivesse o teu sorriso
a iluminar minhas horas vazias
és sómente tu, a dona do meu juizo
a coberta de minhas noites frias.
Não sei se sem ti suportaria
os momentos de dor e fracasso
sem ti acho que não sobreviveria
aos meus dias de intenso cansaço.
Só teu amor me dá a esperança
de viver novamente a felicidade
aquela, que sonhei quando criança
e só tu não deixas ficar na saudade.
JORGE GAUCHO.
Se eu não tivesse o teu amor
não sei o que de minha vida seria
pois és para mim, do sol, o calor
e sem ti o sol não existiria.
Se eu não tivesse o teu sorriso
a iluminar minhas horas vazias
és sómente tu, a dona do meu juizo
a coberta de minhas noites frias.
Não sei se sem ti suportaria
os momentos de dor e fracasso
sem ti acho que não sobreviveria
aos meus dias de intenso cansaço.
Só teu amor me dá a esperança
de viver novamente a felicidade
aquela, que sonhei quando criança
e só tu não deixas ficar na saudade.
JORGE GAUCHO.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Momento
Momento
Suspiro, devaneio
Vou ao infinito
Ao ouvir esta canção.
Magia que música exerce,
Sublime encontro
De almas que se dão as mãos.
Fascínio,
Ternura,
Paz,
Silêncio,
Palavras retidas,
Sufocadas emoções.
O momento aos poucos
Vai fugindo,
Sumindo,
Fragmenta-se
Como notas no ar.
Os sons voltam, expandem-se
Enchem-se de esplendor
E com mais intensidade
Nos falam de amor.
Cyroba Cecy Braga Oliveira Ritzmann.
Suspiro, devaneio
Vou ao infinito
Ao ouvir esta canção.
Magia que música exerce,
Sublime encontro
De almas que se dão as mãos.
Fascínio,
Ternura,
Paz,
Silêncio,
Palavras retidas,
Sufocadas emoções.
O momento aos poucos
Vai fugindo,
Sumindo,
Fragmenta-se
Como notas no ar.
Os sons voltam, expandem-se
Enchem-se de esplendor
E com mais intensidade
Nos falam de amor.
Cyroba Cecy Braga Oliveira Ritzmann.
sábado, 8 de novembro de 2008
Enquanto
Enquanto
Enquanto as cigarras cantam anunciando a chegado do verão,
Soco o arroz no pilão,
trato os porcos no mangueirão.
Abano o café, refaço a cerca da divisa,
alimento as galinhas,
Aparto os bezerros,
recolho os ovos e ainda me sobra tempo para
Pra ralhar o milho e ver você passando pelo meu portão.
Hernandez Aparecido Donizetti
08/Nov/2008
15h42
Enquanto as cigarras cantam anunciando a chegado do verão,
Soco o arroz no pilão,
trato os porcos no mangueirão.
Abano o café, refaço a cerca da divisa,
alimento as galinhas,
Aparto os bezerros,
recolho os ovos e ainda me sobra tempo para
Pra ralhar o milho e ver você passando pelo meu portão.
Hernandez Aparecido Donizetti
08/Nov/2008
15h42
Palavras
Palavras adormecem
num canto dos lábios.
Um sopro na alma,
compõe uma canção.
(Raimundo Lonato)
num canto dos lábios.
Um sopro na alma,
compõe uma canção.
(Raimundo Lonato)
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Nas ondas da ternura
Nas ondas da ternura
Nunca deixe escapar de suas mãos, pelos vãos dos dedos, as oportunidades de ser um instrumento de paz e ternura! um instrumento do AMOR!
cONFIANTE na força do acolhimento, esteja sempre pronto para acolher e servir a quem quer que seja, sob o signo do perdão e da misericórdia.
Não julgue a ninguém. Não lhe compete julgar.Não condene. Não lhe cabe condenar. Evite palavras e atitudes que certamente irão prejudicar e ferir pessoas.Mergulhe fundo nas ondas da ternura e da hospitalidade.
Você só tem a ganhar!
Toda vez que você ferir alguém, você também se machuca. Por outro lado, quando ajuda alguém a pregue-se, a reencontra-se na vida, a sentir-se gente de novo,você cresce junto, pois DEUS lhe estende a mão, num gesto de agradecimento...
Autor Vicente Carvalho
Nunca deixe escapar de suas mãos, pelos vãos dos dedos, as oportunidades de ser um instrumento de paz e ternura! um instrumento do AMOR!
cONFIANTE na força do acolhimento, esteja sempre pronto para acolher e servir a quem quer que seja, sob o signo do perdão e da misericórdia.
Não julgue a ninguém. Não lhe compete julgar.Não condene. Não lhe cabe condenar. Evite palavras e atitudes que certamente irão prejudicar e ferir pessoas.Mergulhe fundo nas ondas da ternura e da hospitalidade.
Você só tem a ganhar!
Toda vez que você ferir alguém, você também se machuca. Por outro lado, quando ajuda alguém a pregue-se, a reencontra-se na vida, a sentir-se gente de novo,você cresce junto, pois DEUS lhe estende a mão, num gesto de agradecimento...
Autor Vicente Carvalho
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