ESBOÇO
Gilka Machado
Teus lábios inquietos
pelo meu corpo
acendiam astros...
e no corpo da mata
os pirilampos
de quando em quando,
insinuavam
fosforescentes carícias...
e o corpo do silêncio estremecia,
chocalhava,
com os guizos
do cri-cri osculante
dos grilos que imitavam
a música de tua boca...
e no corpo da noite
as estrelas cantavam
com a voz trêmula e rútila
de teus beijos...
A iniciativa pretende a maior divulgação de poemas e poesias, que circulam na Internet. Somente serão postados poemas e poesias com a identificação do autor ou autora, se você encontrar um poema ou poesia sua nesse blog e quiser divulgar sua biografia, contato e foto enviem e-mail para www.hernandez.aparecidodonizetti@gmail.com
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Responda
Responda
Responda ao meu apelo
Responda a minha dor
Responda a minha alma
Responda a minha amargura
Responda com carinho
Responda com amor
Responda com risos
A quem só quer te amar!
Respondendo
Respondendo com ternura,
pra acabar tua amargura,
ofereço meu sorriso,
terminando com teu siso...
Ofereço-te meu amor,
para tua vida dar calor...
Ofereço-te meu carinho,
pois é o melhor caminho
para sair da saudade,
chegando à felicidade...
Marcial Salaverry
Responda ao meu apelo
Responda a minha dor
Responda a minha alma
Responda a minha amargura
Responda com carinho
Responda com amor
Responda com risos
A quem só quer te amar!
Respondendo
Respondendo com ternura,
pra acabar tua amargura,
ofereço meu sorriso,
terminando com teu siso...
Ofereço-te meu amor,
para tua vida dar calor...
Ofereço-te meu carinho,
pois é o melhor caminho
para sair da saudade,
chegando à felicidade...
Marcial Salaverry
Um grande amor
UM GRANDE AMOR
(Wanderlino Arruda)
Como é bom sonhar sonhos lindos,
nas horas de boas lembranças,
no tempo de ser feliz,
em momentos de alegria,
quando nem mesmo a saudade
pode indicar separação !
Como é bom te ver,
como é bom te amar e sentir
que a distância não existe !
bom é o amor
que nos faz tão próximos,
que nos faz tão juntos,
e te faz tão meu (minha) !
Como é grato o amor
que põe minha vida na tua
em dimensão de encanto !
Boa é a ternura,
a sensação de carinho
de dois seres
vivamente enamorados !
Para um grande amor,
não há fronteiras,
não há limites
no ontem, no hoje, no agorade toda a eternidade !
(Wanderlino Arruda)
Como é bom sonhar sonhos lindos,
nas horas de boas lembranças,
no tempo de ser feliz,
em momentos de alegria,
quando nem mesmo a saudade
pode indicar separação !
Como é bom te ver,
como é bom te amar e sentir
que a distância não existe !
bom é o amor
que nos faz tão próximos,
que nos faz tão juntos,
e te faz tão meu (minha) !
Como é grato o amor
que põe minha vida na tua
em dimensão de encanto !
Boa é a ternura,
a sensação de carinho
de dois seres
vivamente enamorados !
Para um grande amor,
não há fronteiras,
não há limites
no ontem, no hoje, no agorade toda a eternidade !
Passa o vento
"Passa o vento entre os cabelos
É a benção do esquecimento
É um espaço vazio à espera
De um novo pensamento
Passam as horas
num ritmo infinito
É a benção do tempo
É o continuo se transformando
Num campo de refazimento
Portas e janelas indecisas
Corredores sem fim ou começo
Palavras sem sentenças esparsas
Onde a razão faz sua morada
Sentir não é mais que viver
A expressão do ritmo cósmico
No pulsar de Deus que dança
Como coração imortal de um poeta."
(Luiz Antonio Gasparetto)
É a benção do esquecimento
É um espaço vazio à espera
De um novo pensamento
Passam as horas
num ritmo infinito
É a benção do tempo
É o continuo se transformando
Num campo de refazimento
Portas e janelas indecisas
Corredores sem fim ou começo
Palavras sem sentenças esparsas
Onde a razão faz sua morada
Sentir não é mais que viver
A expressão do ritmo cósmico
No pulsar de Deus que dança
Como coração imortal de um poeta."
(Luiz Antonio Gasparetto)
Inverno estação do amor
INVERNO ESTAÇAO DO AMOR!
Noite fria , ar gelado.
O fogo, na lareira, crepitando.
Cenário enamorado...
Velas acesas iluminando
Taças de vinho antecedendo
O beijo molhado.
Ah o inverno!
O Inverno é a estação ideal
Do aconchego, do romantismo,
Do encontro sensacional
Do fim do ostracismo.
É a estação do amor
Do namoro escondido
Do aconchego sem pudor
Do carinho desinibido.
Casais se amando,
Homens e mulheres se aproximando.
Muito sentimento e emoção.
Apesar do frio, o amor aquece o coração.
(LFCD)
Noite fria , ar gelado.
O fogo, na lareira, crepitando.
Cenário enamorado...
Velas acesas iluminando
Taças de vinho antecedendo
O beijo molhado.
Ah o inverno!
O Inverno é a estação ideal
Do aconchego, do romantismo,
Do encontro sensacional
Do fim do ostracismo.
É a estação do amor
Do namoro escondido
Do aconchego sem pudor
Do carinho desinibido.
Casais se amando,
Homens e mulheres se aproximando.
Muito sentimento e emoção.
Apesar do frio, o amor aquece o coração.
(LFCD)
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Que você se encontre em um oásis
QUE VOCÊ SE ENCONTRE EM UM OÁSIS
Em todo deserto existe um oásis,
Procure dentro de ti.
Você o encontrará quando sentires só, ... perdido!
Encontre seu oásis, se estiver sentindo-se um deserto
Que seus dias serão como se estivesse nas sombras de árvores
Sentirás como quem bebe da água límpida e fresca da fonte
E não serás mais um deserto
Serás como um oásis abrigando e irradiando vida!
Aparecido Donizetti Hernandez
16 de Abril de 2008
Em todo deserto existe um oásis,
Procure dentro de ti.
Você o encontrará quando sentires só, ... perdido!
Encontre seu oásis, se estiver sentindo-se um deserto
Que seus dias serão como se estivesse nas sombras de árvores
Sentirás como quem bebe da água límpida e fresca da fonte
E não serás mais um deserto
Serás como um oásis abrigando e irradiando vida!
Aparecido Donizetti Hernandez
16 de Abril de 2008
Sombra
SOMBRA
( Raquel D.Moraes)
A noite entra porta adentro,
Com ela vem junto à solidão.
E nessa hora
De inquietação e cisma,
Minha treva interna
Teima me acordar.
Minha alma queima
De pensar naquele,
Que invisível
Entra em meu coração.
Quem fez a noite
Tão sombria e escura,
Sem seu corpo ardente
Para eu tocar?
E nas sombras aponta
Como um farol,
A voz da razão
Para me acordar!
( Raquel D.Moraes)
A noite entra porta adentro,
Com ela vem junto à solidão.
E nessa hora
De inquietação e cisma,
Minha treva interna
Teima me acordar.
Minha alma queima
De pensar naquele,
Que invisível
Entra em meu coração.
Quem fez a noite
Tão sombria e escura,
Sem seu corpo ardente
Para eu tocar?
E nas sombras aponta
Como um farol,
A voz da razão
Para me acordar!
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Você quer ser feliz?
VOCÊ QUER SER FELIZ?
(SÁ DE FREITAS)
A existência é tristeza quando o pranto,
De turvar nosso olhar nunca desiste,
À tanta coisa bela que ainda existe,
Nos esperando em quase todo canto.
Pode ser riso a vida ou ser gemido;
Pode ser esperança ou desengano;
Pode ser má se, em nosso cotidiano,
O coração, na dor, ficar retido.
Sinta a bênção que traz-lhe um novo dia!
Respire livre ao refrescar-se ao vento;
Cante canção de amor; faça poesia.
O tempo não tem volta, só tem ida...
Não o gaste, sequer num só lamento,
Para não ir morrendo enquanto há vida.
(SÁ DE FREITAS)
A existência é tristeza quando o pranto,
De turvar nosso olhar nunca desiste,
À tanta coisa bela que ainda existe,
Nos esperando em quase todo canto.
Pode ser riso a vida ou ser gemido;
Pode ser esperança ou desengano;
Pode ser má se, em nosso cotidiano,
O coração, na dor, ficar retido.
Sinta a bênção que traz-lhe um novo dia!
Respire livre ao refrescar-se ao vento;
Cante canção de amor; faça poesia.
O tempo não tem volta, só tem ida...
Não o gaste, sequer num só lamento,
Para não ir morrendo enquanto há vida.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Desejo
DESEJO
que
A cada amanhecer,
Nasça uma flor para alegrar seu dia.
,¸.ﻼჱ'
Cada pensamento positivo,
Seja o caule que sustenta esta flor.
,¸.ﻼჱ'
Cada passo para a vitória,
Seja a terra que a alimenta...
,¸.ﻼჱ'
E cada gesto seu,
Seja sol que fornece energia,
E que o brilho dos teus olhos,
Seja a beleza e a simplicidade desta flor...
,¸.ﻼჱ'
Que o amor conquistado da amizade
Se faça presente em nossos corações".
¸.ﻼჱ'Autoria de Geraldo Vasconcelos ¸.ﻼჱ'
que
A cada amanhecer,
Nasça uma flor para alegrar seu dia.
,¸.ﻼჱ'
Cada pensamento positivo,
Seja o caule que sustenta esta flor.
,¸.ﻼჱ'
Cada passo para a vitória,
Seja a terra que a alimenta...
,¸.ﻼჱ'
E cada gesto seu,
Seja sol que fornece energia,
E que o brilho dos teus olhos,
Seja a beleza e a simplicidade desta flor...
,¸.ﻼჱ'
Que o amor conquistado da amizade
Se faça presente em nossos corações".
¸.ﻼჱ'Autoria de Geraldo Vasconcelos ¸.ﻼჱ'
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Deserção
Deserção
Hoje permite-me desertar
Manter as mãos suspensas
Sufocando as minhas dores
Aceita a minha omissão
Não me faças quaisquer perguntas
Nem as que tanto queres
Quando sou teu silêncio e estranheza
Não me peças que revele os versos
Que escrevi em tua ausência
Quando minhas mãos te esculpiram
Cúmplices do desvario de alguma saudade
Não ampares o meu dissabor
Nem cales o vento inclemente que me sibila
Acenando-me inquietudes e senões
Hoje não me fales das tuas ternuras
Nem da mansuetude dos teus olhares
Que são cores para meus olhos
Consente o meu breve abandono
Emudece o ardor do teu tato
Que te rouba carícias
Para tatuar a minha pele
Não acalentes a minha lágrima
É momento da tristeza rebelar-se
Esvaziando-me a calma, o sonho
Não me inquiras sobre as promessas
Nem sobre as juras que te fiz
Deixa-me ser arrimo da solidão
Colo da minha própria orfandade
©Fernanda Guimarães
Hoje permite-me desertar
Manter as mãos suspensas
Sufocando as minhas dores
Aceita a minha omissão
Não me faças quaisquer perguntas
Nem as que tanto queres
Quando sou teu silêncio e estranheza
Não me peças que revele os versos
Que escrevi em tua ausência
Quando minhas mãos te esculpiram
Cúmplices do desvario de alguma saudade
Não ampares o meu dissabor
Nem cales o vento inclemente que me sibila
Acenando-me inquietudes e senões
Hoje não me fales das tuas ternuras
Nem da mansuetude dos teus olhares
Que são cores para meus olhos
Consente o meu breve abandono
Emudece o ardor do teu tato
Que te rouba carícias
Para tatuar a minha pele
Não acalentes a minha lágrima
É momento da tristeza rebelar-se
Esvaziando-me a calma, o sonho
Não me inquiras sobre as promessas
Nem sobre as juras que te fiz
Deixa-me ser arrimo da solidão
Colo da minha própria orfandade
©Fernanda Guimarães
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